Gênero no congresso

UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
PARA MONITORAR O
LEGISLATIVO BRASILEIRO

De 2019 a junho de 2025, o Elas no Congresso analisou o impacto da ação parlamentar nos direitos das meninas, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Usamos tecnologia, sociedade civil organizada em rede e inteligência de dados para mostrar quem defende e quem ameaça essas pautas no Legislativo.

Agora temos a QuitérIA, uma inteligência artificial
que automatiza esse monitoramento.

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Acompanhe o debate de gênero no Congresso

{{ proposicoesCount }}

Proposições
analisadas

Projetos de lei, propostas de emenda à constituição, decretos legislativos...

{{ orgsCount }}

Organizações
convidadas

Chamamos quem entende do assunto para dar o seu parecer!

{{ assinaturasCount }}

canetadas
de parlamentares

Cada assinatura em proposições está registrada aqui.

Carregando dados...

Cerca de 1 em cada 4
proposições analisadas
ataca direitos das mulheres

Filtrar resultados por gênero

Ambos
Masculino
Feminino
{{ genderData && (genderData .proposicoes .filter(p => p.favoravel !== 1).length / genderData.proposicoes.length * 100).toFixed(0) }}%
de proposições
desfavoráveis
{{genderData?.proposicoes .filter(p => p.favoravel !== 1).length}}
{{genderData?.proposicoes .filter(p => p.favoravel === 1).length}}

Cada círculo abaixo representa um parlamentar que assinou ao menos cinco dos projetos analisados. A cor varia de vermelho, quando aquela pessoa apresentou muitos projetos desfavoráveis à pauta de gênero, a verde, quando a atuação legislativa foi considerada positiva para o campo.

Eles são maioria no Congresso e atacam mais os direitos das mulheres

Elas são minoria, mas produzem mais que os homens

Homens são cerca de 82% do Congresso Nacional e apresentaram quase {{ ((genderData?.proposicoes.length / genderData.totalProposicoes) * 100).toFixed(1) }}% das proposições sobre os direitos de meninas, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Eles assinam mais que o dobro dos projetos desfavoráveis do que as mulheres.

Entre elas, {{ ((genderData?.proposicoes.filter(v => v.favoravel === 1).length / genderData.proposicoes.length) * 100).toFixed(1) }}% dos projetos analisados são favoráveis aos direitos das mulheres. A produtividade também é maior: em média, são {{ (genderData?.proposicoes.length / genderData[genero === "M" ? "masculino" : "feminino"].length) .toFixed(1) .replace(".", ",") }} autorias, contra 3,5 dos homens.

{{ selectedParlamentar?.cargo }}

{{ selectedParlamentar?.nome }}

{{ selectedParlamentar?.partido }} - {{ selectedParlamentar?.estado }}

Propostas

{{ Object.values(selectedParlamentar?.autorias || {}).filter(v => v === 1).length }}
{{ Object.values(selectedParlamentar?.autorias || {}).filter(v => v === -1).length }}

Como fica o desempenho
de cada partido?

Clique nos botões abaixo para mudar a visualização

Por porcentagem
Por quantidade

As barras abaixo representam o total de proposições assinadas por parlamentares de cada partido, com as cores verde para a parcela favorável e vermelha para a desfavorável. Essas cores também valem para os números no topo das barras. Partidos com mais parlamentares tendem a apresentar mais propostas.

As barras abaixo representam a participação de cada partido com mais de 10 proposições apresentadas, com as cores verde para as favoráveis e vermelha para as desfavoráveis. No topo está a % favorável, que mostra a propensão do partidos a apoiar ou atacar a agenda de gênero, independentemente do volume de projetos.

{{ (partido.indice * 100).toFixed(0) }}%
{{ partido.partido }}
{{ partido.favoravel }} {{ partido.desfavoravel }}
{{ partido.partido }}

O que dizem as avaliadoras

" {{ quotes[slide].comentario }} "

{{ quotes[slide].favoravel === 1 ? "Favorável" : "Desfavorável" }}

{{ quotes[slide].avaliador }}, sobre o {{ quotes[slide].numero }}

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Uma proposta da revista azmina, CC BY-NC-ND 2.0